The higher forces want to connect 
Last night in my dream I was talking to you

The higher forces want to connect

Last night in my dream I was talking to you

(via ewmalfoy)


Somos capazes de sobreviver a essas coisas horríveis, pois somos tão indestrutíveis quanto pensamos ser. Quando os adultos dizem: “Os adolescentes se acham invencíveis”, com aquele sorriso malicioso e idiota estampado na cara, eles não sabem o quanto estão certos. Não devemos perder a esperança, pois jamais seremos irremediavelmente feridos. Pensamos que somos invencíveis porque realmente somos. Não nascemos, nem morremos. Como toda energia, nós simplesmente mudamos de forma, de tamanho e de manifestação. Os adultos se esquecem disso quando envelhecem. Ficam com medo de perder e de fracassar. Mas essa parte que é maior do que a soma das partes não tem começo e não tem fim, e, portanto, não pode falhar.
Quem é você, Alasca?  (via romanceavel)

(via romanceavel)


Enquanto as pessoas se apertam dentro do ônibus e fecham a cara, comprimindo a ansiedade e a fome, o mundo vai morrendo aos poucos. A lavadeira continua a chorar no canto do rio, no canto do quarto, no canto do céu, no canto. O mendigo está na rua suplicando às plantas um pouco menos de loucura e ao sol um pouco menos de culpa pela pobreza. O cobrador me olha como se pedisse socorro por causa do suor e dos filhos que o esqueceram na vida, como se ela o quisesse. Quem dera! Quem dera que as estrelas caíssem aqui no abismo para me fazer companhia, que me olhassem e resgatassem-me de toda angústia, que cantassem a felicidade certa. Quem dera o amor fosse mais sentido e menos gritado, como numa dor de parto, onde se grita e descansa. Quem dera o amor fosse uma cura ou um remédio ou um poema aos meus ouvidos. As pessoas estão tão abaladas que ecoam de seus rostos a incapacidade de viver. E o amor não nos chegou. Continuarei não entendendo o cobrador, o mendigo, o mundo…
Igor Pires.   (via incindivel)

(via incindivel)



(via movie)


blastedheath:

Charles Ginner (British, 1878-1952), Luppitt in Devon, 1924. Black ink and watercolour, 13½ x 10 in.

blastedheath:

Charles Ginner (British, 1878-1952), Luppitt in Devon, 1924. Black ink and watercolour, 13½ x 10 in.

(via little-eccentric)


Eu carrego comigo uma caixa mágica onde eu guardo meus tesouros mais bonitos. Tudo aquilo que eu aprendi com a vida, tudo o que eu ganhei com o tempo e que vento nenhum leva (…) O pouco é muito pra mim. O simples é tudo que cabe nos meus dias. Eu vivo de muitas saudades. E quem se arrebenta de tanto existir, vive pra esbanjar sorrisos e flashes de eternidade.
Caio Fernando Abreu.      (via onlyasolitary)

(via onlyasolitary)





(via dreamer-free)



Cartography of the Moon’s visible side .

Cartography of the Moon’s visible side .

(via europeanmadness)